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Mostrando postagens de Janeiro, 2012

ein prosit! amigos reunidos...

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Um aniversário... ótimo pretexto para fazer aquilo que desejamos todas as semanas, mas nunca colocamos em prática: sair, se encontrar em um barzinho e jogar conversa fora. E quanta conversa! A atualização de quase um ano sem se ver (que relaxo, rs)...

Tudo combinado como manda a regra dos jornalistas, no que diz respeito a hora e lugar. Um pouco tarde para o gosto do meu pai, mas na medida para todos, já que ali, não tinha um que não trabalha além do horário dos tradicionais happy hours. E o local, bem tradicional, mas um pouco caro... paciência.

Por sinal, um de nós veio direto do trabalho, com a camisa das passagens e das visitas às delegacias. Rimos disso. Sentamos, pedimos a primeira e começamos a falar... de tudo... piadas, política, cobertura jornalística, birras, anseios, fofofcas... Um brinde! O desejo dos voos mais altos... Só esquecemos das formalidades, lembrando de tudo, menos que estávamos em um aniversário. Tá bom, afinal, tínhamos um boa desculpa!

Obrigada, amigos, pela e…

1-2-3-4, 5-6-7-8!

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Faz quase dois meses que não danço. Mais precisamente, um mês e 20 dias. Digo não oficialmente, pois quem tem a dança no sangue não para nunca. Vai de um cômodo a outro da casa aproveitando cada passo para treinar giros e caminha como se estivesse entrando em um palco iluminado.
Todos os dias alongo meus dedos, estico meus pés e joelhos e relembro algumas sequências das aulas. Dia desses me arrisquei até com as tradicionais sequências de pliés e grand pliés. Desde que danço, todos meus janeiros são assim. (Antes era jazz, hoje ballet clássico).
Dezembro cansa um pouquinho, acabo esquecendo das dessas coisas que tanto me fazem bem. Mas começa o ano e a saudade bate. Treino daqui, treino dali e canso de pensar se não está na hora de voltar. É engraçado como uma vez bailarina, você nunca mais deixa esse lado clássico, polido e refinado da dança.
Pois como diz a bela frase de Nietzsche, "deveríamos considerar perdido cada dia em que não tenhamos dançado pelo menos uma vez". E assim…

amigos deixam de ser amigos?

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Por determinado tempo de suas vidas elas viveram grudadas. Compartilharam sonhos, ideais, confidências. Também foram cúmplices e companheiras. Ao fim dos anos de colegial, escolheram uma mesma instituição para ingressar no ensino superior. Não no mesmo curso. Tinham aptidões diferentes. Uma era quieta, a outra falante. Uma compreensiva, outra explosiva. Diferenças que as tornavam completas. A escolha do transporte também foi feita em conjunto. Não queriam perder um único segundo juntas, já que assim, poderiam manter altos papos em dia e a amizade viva. 
Não se sabe ao certo em que momento se perderam uma da outra. Seu contato se restringia às idas e vindas da faculdade. Ambas tinham mundos novos, amigos novos e realidades distintas. O momento pode ter sido aquele em que uma foi excluída da rota e precisou procurar outro transporte, enquanto a outra decidiu aceitar as caronas do namorado para ir e voltar. Suas vidas foram se tornando distantes.
Tentaram em certo momento se reaproximar. …

2012 começou?

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Já fazem 11 dias que 2012 chegou e acho que ainda não me dei conta disso. Todos os anos tento fazer uma retrospectiva, falar um pouco do que passou, e uma perspectiva com o que desejo para o novo período.
Sempre cultuei o hábito de anotar em uma página todas minhas propostas e intenções para o novo ano, mas nem isso fiz ainda. Já é dia 11. Sinto que é apenas um reflexo de como eu realmente estou. Eu tinha sonhos que não se concretizaram e deixei minha expectativa para 2012 neles... sem planos, agora é assim que sigo.
Penso que isso não pode ser de todo ruim. De certa forma, minha vida está entregue a Deus e que Ele faça o melhor. Fazer muitos planos às vezes só serve para nos frustramos, perceber o quanto não temos poder para nada, não temos o controle de nada... nem de nossos sonhos.
Sigo nessa confusão mental, sem saber se corro pra direita, pra esquerda ou se permaneço paralisada. Mas não há como parar. Olho pro relógio e seus ponteiros não param. Eles não seriam melhores que eu. São …